ASPECTOS POSITIVOS levantados pelos colegas analisadores:
- O segundo mapa esquematizou bem em forma de rede como funciona o Sistema Braille;
- O quadro de certezas e dúvidas mostra-se coeso em relação à questão principal;
- Os textos mostram um conjunto de idéias coerentes ao tema, permitindo que o leitor acompanhe a evolução das descobertas;
- O menu e as páginas facilitam o acompanhamento do projeto, pois estão organizados;
- A questão norteadora parece ser bem específica, após a mudança do tema, aonde vai ao encontro às angústias e curiosidades do grupo;
- As fontes, procedimentos e instrumentos usados na elaboração do PA foram pesquisas em sites, vídeos de programas de televisão, reportagens, textos e livros, tendo coerência com a questão norteadora.
- Os vídeos são muito interessantes;
- Traz uma questão bem desafiadora;
- Sobre as dúvidas e certezas, da questão principal, o grupo demonstrou articulação e compreensão com o trabalho pesquisado;
- Os mapas se apresentam como elementos gráficos que nos levam a compreender a questão principal;
- Os textos trazem informações coerentes que nos permitem acompanhar o desenrolar da investigação, trazem soluções para as dúvidas, sendo necessária uma maior clareza e detalhamento na busca de suas respostas;
- Há uma síntese do trabalho e os vídeos publicados contribuem para a compreensão do conteúdo;
- Há algumas entrevistas que contribuem para o desenvolvimento do projeto;
- O mapa conceitual 2 ficou interessante, e adequado ao tema, além de abrangente ao tema proposto;
- Enfim o grupo apresentou um crescimento muito grande na segunda fase do projeto, tornando-o adequado à mudança de rumo da proposta;
ASPECTOS NEGATIVOS levantados pelos colegas analisadores:
- O material utilizado é focado no tema, mas um tanto amplo;
- Não há citações e as referencias bibliográficas não aparecem nos textos;
- Mapa conceitual um tanto amplo, disperso;
- O texto não é apresentado em forma de hipertexto;
- Não há registro de encontros presenciais e nem trocas de e-mails;
- Não fica claro que funciona como glossário;( NÃO ENTENDI, NÃO TEMOS GLOSSÁRIO, OU TEMOS?)
- O projeto no início estava um pouco confuso quanto à questão principal, pois haviam os códigos de barras e do Braille;
- Quanto às soluções encontradas às dúvidas, estas são, na sua maioria, exatas e não geram novas reflexões e dúvidas;
- Sobre a busca da construção de novas relações acredito que poderia ter um investimento maior na procura de materiais diversificados para melhor justificar as soluções encontradas;
- Poderíamos também, pesquisar a prática (exemplos de escolas que alfabetizam crianças cegas, em Alvorada temos uma escola que tinha uma sala especializada para atender estes alunos); .
- O grupo na troca de idéias parece perdido, mesmo com a participação da maioria, e a divergência que é normal, não deu um fechamento adequado aos questionamentos e opiniões faltando interação nessa fase do projeto;
- Somente na questão da coleta de dados, não ficou claro o que o grupo queria, tal como “provar o que”!
- Na página nosso trabalho, o histórico do surgimento do código Braille, é esclarecedor, porém muito comum, alguns conceitos são encontrados facilmente em outros sites, o que não invalida, mas, a leitura torna-se pouco interessante;
- O processo de alfabetização para pessoas cegas não rompe com a fragmentação característica dos modelos de projetos de ensino;
- Por que Sistema Braille como o centro da questão e do mapa conceitual se o centro, afinal de contas, de acordo com o subtítulo é “alfabetização para cegos”?;
SUGESTÕES dadas pelos colegas analisadores:
- Os conjuntos dos textos necessitam de mais informações. Por exemplo, no caso da alfabetização de crianças cegas: como, onde, há dados sobre quantas escolas especializadas temos em nossa cidade? Quantas crianças com essa necessidade especial, são atendidas em escolas regulares? Acredito que faltaram dados exatos, pois a questão principal dá possibilidade a este tipo de pesquisa;
- Poderia apresentar um segundo quadro de certezas e dúvidas após suas pesquisas e descobertas sobre o tema, identificando o que realmente sabiam ou não do tema abordado;
- Confecção de novas versões do mapa conceitual, afunilando as informações, à medida que vão se apropriando de novas descobertas, mostrando uma evolução do saber;
- Montar o texto em forma de hipertexto para facilitar a navegação;
- As páginas poderiam ter mais estímulos visuais, tornando a mesma prazerosa, desafiadora e convidativos à leitura;
- O projeto, em seu contexto, poderia ser mais aberto a interações e explorações, como análise das entrevistas, entretanto, ocorreu maiores investimentos nas imagens que melhoraram a apresentação;
- O material apresentado não é visualmente desafiador, poderíamos contar com mais imagens, interação dos visitantes ao projeto através de pesquisa interativa;
- Por exemplo, apresentar o código por inteiro, com o seu simbolismo, não deixando para o consulente buscar em links postados no wiki;
- O título Decodificando Códigos deveria estar voltado para o desenvolvimento do tema no sentido de proporcionar uma pesquisa genérica dos vários códigos existentes que não somente o Braille e o Morse;
- “Alfabetização para pessoas cegas”. Seria suficiente e teria mais a ver com o que foi feito no PA;
- Surge um questionamento: alfabetização para cegos só ocorre com o Braille? A tecnologia não oferece outros recursos que podemos referenciar como alfabetizadores, ou auxiliares ou suportes à alfabetização para pessoas cegas? E os softwares que oferecem sistema de voz para cegos, conforme pressionam as teclas do computador? Temos que refletir sobre o mesmo;
TROCA DE IDEIAS
* Gurias fiz este "apanhadâo" sobre os aspectos positivos, negativos e sugestões levantadas pelos colegas que analisaram nosso projeto. Apartir daí acho que podemos organizar melhor nosso trabalho.
Adriana Fraga 13.04.09
Acredito que poderiam serem colocadas uma página com a bibliografia específica, dar um fechamento ao estudo, respondendo a questão "provar o quê?" e principalmente como referiu o colega nosso trabalho voltou-se para alfabetização de crianças cegas, deixando o braile um pouco de lado. (Ana Lúcia)
Colegas, andei lendo a análise feita pelas colegas e acho que os itens elencados são bem objetivos, no entanto, não concordo com o que foi citado em relação a falta de troca de emails e de idéias. Isto ficou bem claro em nosso trabalho. Acho que podemos seguir a sugestão dada pela Ana Lúcia, pois nos perdemos um pouco no assunto.
Abraços, Ana Cláudia
Oi, concordo com a Ana Cláudia e mais acho que houve uma falha na leitura do colega, pois não conseguiu perceber a nossa "mudança de rumo". Quanto a colocação da Ana Lúcia, qual era mesmo a questão?
Como é estabelecido o processo de alfabetização para pessoas cegas?
Não compreendi...
Abraços, Ivana.
em construção
Adri vi que gostaste desta organização que comecei no rascunho,só não entendi porque a deletou???bjs Ale, acho que ficou bom,continuaste o que comecei né...bjs
Alexandra tu não deve ter lido direito pois não deletei o que tu escreveste, tu havia colocado uns quatro tópicos nos aspectos positivos, o que fiz foi continuar e acrescentar os negativos e as sugestões, além disso formatei melhor a página que estava feia, por isso não deves ter reconhecido os trechos que tu escreveste.
Adriana
ok Adri é que da maneira que escreveste parece que tu iniciou esta idéia,mas tudo certo
o importante é terminarmos o trabalho,segunda quando comecei o rascunho que terminaste achei que iria facilitar nosso texto coletivo,bjs Ale
Alexandra aí está exatamente o que tu fizeste: Se deres uma lida verás que são os quatro primeiros tópicos dos aspectos positivos. É que tu havia escrito isso na pág do trabalho e eu copiei e colei aqui na pág de rascunho. A intenção não foi roubar tua "ideia" como tu pode estar imaginando, até porque na descrição da atividade lá no Pead6 é solicitado que isto seja feito.Só isso!
ASPECTOS POSITIVOS:
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segundo mapa esquematizou bem em forma de rede como funciona o Sistema Braille;
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O quadro de certezas e dúvidas mostra-se coeso em relação a questão principal;
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Os textos mostram um conjunto de idéias coerentes ao tema, permitindo que o leitor acompanhe a evolução das descobertas.
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O menu e as páginas facilitam o acompanhamento do projeto, pois estão organizados.
em construção
Gurias o que vocês acham de cada uma ir escrevendo um pouco, como naquela vez das histórias do seminário. Tentei iniciar mas não estou legal para escrever hoje. Quem se habilita a dar continuidade? ou se quiser pode apagar e começar novamente. Adriana 15.04
Acho ótimo Adri como sempre fizemos,só acho que apagar o que fizeste não é legal,pois cada vez que fazemos alguma postagem isto nos tirou tempo,até mesmo o que não temos,então não é legal .quanto ao roteiro está lá,mas cada um leva de um jeito.achei que colar estes aspectos e dividí-los nos facilitaria,não fica chateada comigo,só acho que intervenções construtivas são vaaalidassssss,mas só não formatei melhor porque estava cansada,fiquei preocupada que o trabalho não tinha nenhum conteúdo e só comecei-o,me preocupei mais com o conteúdo,prometo que da próxima vez cuidarei mais da apresentação...bjs Alê
Gurias achei legal a questão de iniciarr um texto coletivo, escrevemos tudo que temos vontade e logo outra entra e faz as correções que achar necessária, debatemos e pronto. Amei, Ana Lúcia.
Oi,colegas!
Entrei aqui e fiz minhas alterações,continuem livremente,mudem "o que" e "se " acharem necessário.
Bjks,
Jaquinha
Gurias por favor leiam o último parágrafo: Os PAs não são trabalhos estanques que respondam objetivamente pergentas,mas trabalhos que agussem a curiosidade de quem os lê e abra um leque de direções,não é simplesmente um conteúdo de pesquisa,mas de informações e busca.será que minha colocação está adequada,se acharem que não modifique-a,não sei se soube me expressar,bjs a todas.Alê
TRABALHO:
Ao iniciarmos a coleta de dados, referente às análises realizadas pelos nossos colegas, podemos perceber o quanto pode ser diferente o olhar de uma pessoa sobre um fato, já que houveram várias divergências na análise em diversos tópicos.
A apreciação pelos colegas trouxe pequenas falhas que ao produzi-lo não percebemos tais como a criação de outros mapas conceituais fazendo um acompanhamento das descobertas, um segundo quadro de certezas e dúvidas, texto em formato hipertexto, desafios, citações, referências, gráficos, imagens, glossário e um fechamento.
Nosso grupo passou por várias divergências durante o processo de elaboração do nosso projeto de aprendizagem, fato este percebido facilmente nos outros grupos também. O trabalho em grupo é uma dinâmica que necessita aperfeiçoamento, pois traz dificuldade de interação entre os componentes, devido aos horários, compromissos profissionais e pessoais de cada um.
Os encontros e combinações algumas vezes não ficaram devidamente registrados, porém aconteceram de diversas formas que não só pela página de “troca de idéias”, como por e-mail, presencial, skype, com parte de alguns elementos, mas com a apreciação de todos. É importante salientar que a elaboração do PA e seu desenvolvimento não ficou restrito, atingindo ao objetivo proposto de interação, discussão e ação em rede.
Inicialmente estávamos focadas em trabalhar em cima dos Códigos de Barras, Morse e Braille, porém este tema é muito amplo. Decidimos mudar o foco do projeto, pois questão inicial tratava vários tipos de códigos. Sobre o Código de Barras já tínhamos várias respostas. O Código Morse já está obsoleto e não é mais usado. Apenas o Braille passou a ser interessante para o grupo. Chegamos a essas conclusões após os questionamentos e o auxílio da professora Íris. Decidimos então focar nosso projeto apenas no Braille, que acabou desencadeando o interesse do grupo sobre o estudo da alfabetização de pessoas cegas, foi aí que surgiu a pergunta chave: "Como é estabelecido o processo de alfabetização para pessoas cegas?". A partir daí tomamos um novo rumo e por este motivo nosso projeto está dividido em duas fases.
Lendo as colocações dos colegas que analisaram nosso projeto podemos perceber que de fato nos detivemos no estudo do Braille e não nos demos por conta que também há diferentes diagnósticos que levam a deficiência visual, sendo assim temos também diferentes tipos de pessoas com deficiência visual e outros meios de alfabetização que não só este. Temos que levar em consideração aspectos como: deficiência de nascença, na educação infantil, na adolescência e também na fase adulta, pois para cada caso a alfabetização e a continuidade da construção do conhecimento é diferenciada.
Além disso, deixamos um gostinho de quero mais no ar. Ficou o questionamento, como disse o colega Antonio: "O grupo queria provar o quê?”.
O Projeto de aprendizagem não é um trabalho estanque, que responda objetivamente perguntas, mas um trabalho de busca que visa aguçar a curiosidade de quem lê, abrindo um leque de direções. Não é simplesmente um conteúdo de pesquisa, e sim de informação e busca, visando o crescimento.
Lendo estas colocações feitas pelos colegas, penso que na realidade nem nós nos perguntamos o que queríamos provar, pois não acho que tivéssemos este objetivo ao realizarmos este projeto de aprendizagem. Pensamos mais no que queríamos conhecer e não provar o que estávamos conhecendo. Analisando tudo agora, mais friamente, achamos que realmente poderíamos ter analisado da forma colocada anteriormente. Quem sabe poderíamos ter tornado nosso trabalho mais atrativo, até para nós mesmos.
No entanto, será que realmente entendemos o que deveria ser trabalhado no PA?
Colegas, como o prazo da atividade termina hoje e a Bea colocou nos comentários que o trabalho acima já estava bom, dei ele como pronto e publiquei lá na página ANÁLISE DO PA como combinado anteriormente. Concordo com a Bea acho que nossas colocações ficaram muito boas. Parabéns à nós!!!
Adriana Fraga
Comments (5)
Beatriz Magdalena said
at 11:46 am on Apr 16, 2009
Gurias, o trabalho de vocês está sensacional. Fiquei muito encantada com o nível de seriedade e compromisso com que analisaram as análises dos colegas, extraindo os pontos positivos, negativos e sugestões. Foi um belo trabalho coletivos de trocas argumentativas entre vocês que ajudou a construir coletivamente esse texto. Gostei qdo contra-argumentam alguns aspectos considerados negativos. Lembrem que não temos que aceitar toda e qualquer opinião. Ela deve servir para o confronto entre o que aconteceu mesmo e a percepção do que aconteceu por quem estava de fora. Sei que você estão ainda no rascunho e volto para ver o final. Por favor me avisem qdo terminarem . De todo o modo o trabalho já garantiu avaliação máxima para algumas!!
Depois de ler, fui fazer a avaliação do quanto cada uma do grupo tinha contribuído para o coletivo e ai não gostei do que vi no histórico da pg. O trabalho esteve fundamentalmente nas mãos e cabeças da Adriana e Alessandra com um pouquinho da Ana Lucia e, no final, com a Jaque com importantes colocações. E a Ivana,Ana Paula e Ana Claudia? Para as que trabalho parabéns!´É visível o crescimento de vocês!! Parecem alunas de cursos de pós graduação!!
Para as demaiss ainda estão devendo ao Seminário!!
Sugiro que participem do texto em sua fase final e me avisem qdo o terminarem.
Um abração
Bea
Ana Lúcia said
at 7:41 pm on Apr 17, 2009
Professora a colega Ana Paula não faz parte do nosso grupo.
kakamonego@... said
at 8:48 pm on Apr 17, 2009
Bea, realmente não tive uma participação efetiva nesta atividade e reconheço esta falha. No entanto, reforço que estou enfrentando problemas operacionais com meu computador e estou tentando realizar o que me está sendo possível, e dentro das condições que estou tendo. Agora, por exemplo, estou usando um nootbook emprestado por um colega na escola e aproveitando que meus alunos estão realizando atividades para poder ter participação . Claro que isto não justifica, mas espero que ao menos te explique as dificuldades pelas quais nós podemos passar. Infelizmente, não tive condições financeiras de poder resolver tudo o que precisa ser trocado em meu micro depois do pane que deu, mas logo que possível tentarei solucionar isto. Outro fator é que estou com mais carga horária, mas deixa pra lá, pois tenho plena consciência do que eu faço e, realmente fico chocada quando leio frases dando parabéns para as que trabalham, pois sempre fui de trabalhar ,e muito, dentro dos grupos em que participo. Espero que dentro de minhas condições, eu realmente não deva mais ao Seminário. Ana Cláudia
Beatriz Magdalena said
at 3:57 pm on Apr 20, 2009
Ok Gente, ficou bem melhor. Agora está mais cooperativos e bem mais denso. Mais cabeças pensando juntas sempre dá melhores resultados. O único isolado é o Antonio que não conseguiu participar a não ser em conversas não registradas.
Um abração
Bea
Beatriz Magdalena said
at 4:01 pm on Apr 20, 2009
Gente, acho que estou bem atrapalhada. Tirei o Antonio da música e coloquei aqui. Por favor, isolem essa bobagem. Não é para menos que ele não apareceu. Como vi ele ser citado, claro que devo ter feito confusão.
Um abração
Bea
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